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Por que falhou Copenhaga? Lutas pela Justiça Climática
10-Mar-2010

coimbra12mar10.jpgEm sessões públicas pelo país, o Bloco debate as razões do fracasso de Copenhaga e os caminhos do activismo que marcou a cimeira do lado de fora. Em Coimbra, terá lugar no próximo dia 12 de Março, 6º  feira, pelas 21:30, na Galeria de Santa Clara. Contará com a presença de Ricardo Coelho, activista participante na Cimeira, e de Marisa Matias, Eurodeputada do BE. 

Hoje é evidente que a Cimeira de Copenhaga falhou no seu objectivo de conseguir um acordo entre os países industrializados para combater as alterações climáticas. Da cimeira apenas saiu um acordo que não impôs qualquer medida vinculativa, apresentado pelos EUA e apoiado por outros 25 países. Passados 17 anos do início das negociações climáticas, o ambiente é de regresso estaca zero.

Em Copenhaga o movimento global pela justiça climática ganhou força, criou raízes, consolidou-se e apresentou alternativas reais às políticas ineficazes defendidas pelos países ricos: abandono do uso de combustíveis fósseis, reconhecimento e pagamento da dívida ecológica, promoção da participação das comunidades afectadas e rejeição da criação de novos mercados especulativos.

No Fórum pelo Clima juntaram-se milhares de activistas e cerca de 400 movimentos de todo o mundo, que subscreveram a declaração “Mudemos o sistema, não o clima”. Várias manifestações encheram as ruas. O alterglobalismo nascido em Seattle atingiu, dez anos depois, a sua maturidade.

As perspectivas do movimento concentram-se agora em Abril, quando se realiza uma contra-cimeira na Bolívia para demonstrar a força e as alternativas da resistência popular às soluções das potências industrializadas para as alterações climáticas a apresentar na cimeira de Dezembro no México.


 
A lógica da batata
06-Mar-2010

marisamatias.jpgArtigo de Marisa Matias, Eurodeputada do BE

Após mais de dez anos de uma política europeia assente na não autorização do cultivo de transgénicos, com excepção de um tipo específico de milho, a Comissão Europeia autorizou esta semana o cultivo de uma batata geneticamente modificada, de seu nome Amflora. A propriedade desta é da empresa BASF. A justificação para esta medida foi a de que esta batata apenas seria utilizada para efeitos industriais e de alimentação de animais. 


 
Rita Calvário contesta falta de licenciamento em fábrica de resinas na Figueira da Foz
03-Mar-2010

O projecto da fábrica de resinas United Resins, situada na zona do estuário do Mondego, Figueira da Foz, só irá iniciar actividade dentro de 6 meses mas já provoca muita polémica uma vez que é referida na memória descritiva do seu projecto de instalação a utilização de vários produtos altamente perigosos e com grau de toxicidade muito elevado, tornando-se assim a indústria mais poluente do Distrito de Coimbra.

No entanto, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), que num primeiro momento se pronunciou a favor da necessidade de uma Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) a este projecto, acabou por prescindir de qualquer estudo de impacto ambiental, o que é de estranhar dada a natureza desta unidade industrial.

Esta caso torna-se mais caricato que considerarmos que um procedimento contrário foi decidido no processo de licenciamento de uma outra unidade fabril similar, a Respol, em Leiria, que mereceu desta mesma CCDR a exigência de realização de uma AIA. Neste sentido, o Bloco de Esquerda questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, sobre se tem o referido Ministério conhecimento deste processo de licenciamento? Recebeu este Ministério o parecer da CCDRC favorável à dispensa do procedimento de AIA, como exige o Decreto-Lei n.º 69/2000, de 3 de Maio, na sua redação actual? Que motivos levaram a CCDRC a não exigir uma AIA a esta fábrica de resinas? Como justifica este Ministério a dualidade de critério uma vez que a CCDRC exigiu uma AIA a uma fábrica similar em Leiria? Foram previstas medidas de minimização dos impactes ambientais considerados relevantes a serem impostas no licenciamento ou na autorização deste projecto? Quais? Veja aqui as perguntas ao Governo.


 
I Conferência de Jovens Estudantes do Bloco: Caderno deBatEs1
24-Fev-2010
conf_jovens_estudantes.jpgJá está disponível o caderno que reúne as duas Moções de Orientação Política entregues à Comissão Organizadora da I Conferência de Jovens Estudantes do Bloco de Esquerda, a realizar-se nos dias 19, 20 e 21 de Março, no Porto.

Moção A – “A radicalidade dos jovens em todas as lutas pelo Socialismo”
Moção B – “Por uma juventude de combate”

Entre 16 de Fevereiro e 1 de Março decorrerão, nos vários distritos, debates entre as Moções.Em Coimbra será na próxima 5º feira, dia 25 de Fevereiro, pelas 21:30 na Sede Distrital.


 
José Manuel Pureza em Miranda do Corvo
16-Fev-2010

deputado_em_mda_002.jpg José Manuel Pureza esteve, Sábado, dia 13 de Fevereiro, no  auditório da Biblioteca Municipal em Miranda do Corvo, para esclarecer  os munícipes sobre as suas acções ao nível do distrito, desde que  iniciou funções enquanto deputado. Começou por explicar três pontos  fundamentais onde a sua intervenção foi importante: as questões de  mobilidade/Ramal da Lousã; o Ambiente e a co-incineração, onde a  questão do Choupal foi premente; o Ensino Superior e a Acção Social  Escolar.
   


 
Bloco vota contra Orçamento de Estado
12-Fev-2010
moeda.jpgO Bloco de Esquerda votou contra o Orçamento de Estado para 2010-2013 que, nas palavras do líder parlamentar, José Manuel Pureza, é classificado por "este é o orçamento do Governo, do PSD e do CDS que se irmanam na conservação das receitas que perpetuam o atraso do país e geram o mais grave défice com que nos confrontamos: o défice social materializado em mais de dois milhões de pobres, em 650.000 desempregados, em dois milhões de precários.

E o Governo, o PSD e o CDS juram já fidelidade entre si para que esta coligação negativa dure pelo menos até 2013 – este orçamento não é senão o primeiro episódio de um implacável rolo compressor dos direitos dos trabalhadores e das políticas sociais que é o Programa de Estabilidade e Crescimento". Veja aqui a Declaração Política do Bloco de Esquerda.

 

Veja aqui as intervenções d@s deputad@s do Bloco na sessão Plenária de discussão do Orçamento de Estado.


 

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Março

  Dia 12,6ª feira, 21:30
  Sessão pública: Por que  
  falhou Copenhaga? Lutas
  pela Justiça Climática
  com Marisa Matias e
  Ricardo Coelho
  Coimbra, Galeria Santa  
  Clara
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